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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Leilão de político



Na propaganda de uma faculdade de direito, acontece um leilão às avessas de um político corrupto: Fulano de tal foi condenado a tantos anos de prisão, quem dá menos?

No final tudo acaba em pizza e a mensagem que encerra é: Quer mudar isso?

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Bonecos Obama & McCain




É mole ou quer mais??

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

As duas caras do Brasil

Motorista devolve R$ 5,5 mil deixados em ônibus em MG

Uma bolsa contendo R$ 5.500,00 foi esquecida na madrugada de ontem para hoje num ônibus que fazia viagem de Santos (SP) a Uberlândia, no Triângulo Mineiro. O dinheiro foi encontrado - e devolvido para a empresa - pelo motorista da linha, João Rodrigues da Cunha, a dois funcionários, ao fim da jornada. Até agora, a empresa não conseguiu identificar o proprietário da quantia e informou que faz contato com os passageiros do ônibus via telefone.
A bolsa estava no porta-volume de um dos passageiros, após o desembarque. Cunha afirma que não é a primeira vez que encontra pertences dentro do ônibus e os manda de volta. Ele afirma ter encontrado dinheiro, celulares e presentes. "Já devolvi até salário, quando recebi 380 reais a mais no meu pagamento. Não tenho coragem de ficar com o que é dos outros", diz.
Notícia de 16/01/08 do G1.



Enquanto isso, em Brasília...



Ministra é investigada por gastos pessoais em cartão pago pelo governo

A Controladoria Geral da União vai investigar os gastos da ministra da Igualdade Racial. Há suspeita de uso indevido de dinheiro público.
Há indícios de que a ministra Matilde Ribeiro possa ter ultrapassado o limite ético, e o gasto indevido com cartão corporativo pode ter implicações legais. O cartão foi criado em 2001 para substituir o uso do cheque da administração pública. Ele serve para o pagamento de pequenas despesas. Ministros e altos funcionários podem usá-lo.
De toda a Esplanada dos Ministérios, ela foi a recordista em gastos com cartão corporativo. A ministra Matilde Ribeiro, da Ssecretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, gastou R$ 171,5 mil com o cartão no ano passado. Uma compra, em especial, chamou a atenção da comissão de ética do governo. Matilde Ribeiro usou o cartão corporativo em uma compra de R$ 461 em um free shop, uma loja de aeroporto que vende produtos importados e não cobra impostos.
Depois que a notícia foi divulgada pela imprensa, a ministra admitiu que a compra no free shop foi um engano e devolveu o dinheiro. Mas a Comissão de Ética Pública da presidência avaliou que o problema seria mais do que ético.
“No caso dela nós achamos que pode haver implicações legais, de modo que achamos que, ao contrário de nós, a CGU (Controladoria Geral da União) tem capacidade de investigação que nós não temos", diz o presidente da comissão de ética pública Marcílio Marques Moreira.
Notícia de 29/01/2008 do Bom Dia Brasil.
Moral da história: quem devia dar o exemplo, não o faz, mas o povo resiste. O povo luta, o povo mostra que a sua essência é a honestidade e não a falcatrua e o "jeitinho" que nos atribuem. E é assim que deve ser. É esse, o exemplo do motorista, que deve ser dado, divulgado e seguido. É nele que devemos nos espelhar. Todos nós, anônimos, ilustres, ricos, pobres, políticos ou mendigos.

sábado, 24 de novembro de 2007

Travesti faz apresentação na Assembléia Legislativa de SP

" A apresentação de um transformista no lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Comunidade Gay, em 24 de outubro, provoca polêmica entre os deputados da Assembléia Legislativa de São Paulo. O organizador do evento, Carlos Gianazzi (PSOL), é acusado de quebra de decoro por causa da performance no plenário Dom Pedro I.

Gianazzi se defende e diz que o que aconteceu não é novidade para o paulistano. “Foi uma normalidade até porque a Parada Gay de São Paulo, do orgulho gay de SP, isso é absolutamente natural e isso é transmitido por toda imprensa, toda imprensa transmite, fotos em jornal, a televisão, as pessoas participam, os deputados participam também”, disse. " notícia do G1

Alguém pode me dizer aonde vamos parar?

Como pode um deputado alegar que, por causa da Parada Gay, as pessoas estão acostumadas com isso? Como pode dizer que isso é natural? Pelo amor de Deus!!! Será que ele não percebe a diferença entre uma celebração em via pública e uma apresentação na Casa do Povo, na Assembléia Legislativa??? Ele não percebe que existe lugar pra tudo?

A questão não é se a pessoa que fez a apresentação é homem, mulher ou transformista. A questão é o tipo de apresentação! Se o transformista fosse à Assembléia fazer uma palestra, comentar a respeito da situação dos homosexuais no país, tudo bem...mas fazer um streep-tease??? Fala sério!

O Jornal da Globo de ontem mostrou o vídeo da apresentação. Os deputados presentes na apresentação ficaram fazendo comentários ao pé do ouvido e tirando fotos com o celular.Que exemplo, que exemplo...

Isso só me dá desesperança e medo. Esses são os nossos representantes no governo!